Kaspersky Lab lançou um relatório relativo ao período entre Abril de 2017 e Março de 2018 mostrando as tendências em Ransomware e cripto mining malware, um forte crescimento de software malicioso para minerar criptomoedas parece ser uma ameaça cada vez mais presente no nosso dia a dia, até mesmo os métodos usados estão cada vez mais sofisticados e difíceis de interceptar.

Resumo do relatório

1 – O número total de usuários que encontrou ransomware caiu quase 30%, de 2.581.026 em 2016-2017 para 1.811.937 em 2017-2018;
2 – A proporção de usuários que encontrou ransomware pelo menos uma vez em relação ao número total de usuários que encontraram malware caiu cerca de 1 ponto percentual, de 3,88% em 2016-2017 para 2,80% em 2017-2018;
3 – Entre aqueles que encontraram ransomware, a proporção que encontrou criptor caiu cerca de 3 pontos percentuais, de 44,6% em 2016-2017 para 41,5% em 2017-2018;
4 – O número de usuários atacados com criptas caiu quase pela metade, de 1.152.299 em 2016-2017 para 751.606 em 2017-2018;
5 – O número de usuários atacados com ransomware móvel caiu 22,5%, de 130.232 em 2016-2017 para 100.868 em 2017-2018;
6 – O número total de usuários que encontrou mineiros aumentou quase 44,5%, de 1.899.236 em 2016-2017 para 2.735.611 em 2017-2018;
7 – A proporção de mineiros detectados, a partir do número total de ameaças detectadas, também cresceu de quase 3% em 2016-2017 para mais de 4% em 2017-2018;
8 – A participação de mineiros detectados, a partir de detecções de ferramentas de risco em geral, também está em alta – de mais de 5% em 2016-2017 para quase 8% em 2017-2018;
9 – O número total de usuários que encontrou mineradores móveis também aumentou, mas em um ritmo mais constante, crescendo 9,5%, de 4.505 em 2016-2017 para 4.931 em 2017-2018.

Relatório da empresa Kaspersky Lab

Outra opinião

Segundo o expert em cibersegurança Justin Fier este tipo de software não afecta apenas computadores, qualquer coisa com ciclos de computação pode ser usado para estes fins, aumentando não só os custos de electricidade mas pode também danificar e abrandar significativamente a performance dos seus dispositivos.

“Qualquer coisa com ciclos de computação pode ser usado para isso, estamos cercados por tantas coisas com um endereço IP que estão conectados à internet, que podem ser conectados como um supercomputador e minerar criptomoedas. Um termóstato não vai realmente produzir qualquer coisa, mas quando você o reúne em um grande pool de mineração, cem mil deles, isso é suficiente para fazer a diferença. ”- Justin Fier, Director de Cyber Intelligence & AnalyticsDarktrace

 

 

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